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Maluda

Embora experimentando vários géneros, incluindo retratos, serigrafias, tapeçarias, cartazes, painéis murais, ilustrações e selos de correio, a pintura de Maluda está muito voltada para a síntese da paisagem urbana.

Segundo Pamplona, Maluda segue, conceptualmente, Paul Cézanne (1839-1906), o mestre do Impressionismo, ou – como escreveu Fernando Pernes – a sua arte representa «um sistemático decantamento da experiência cezanneana».

Os quadros que pintou foram baseados principalmente nas cidades, nomeadamente na pintura de paisagens urbanas, janelas e vários outros elementos arquitetônicos. A notoriedade das suas obras pictóricas aparentemente mais simples (algumas utilizadas em selos oficiais por encomenda dos Correios portugueses), ao mesmo tempo que a promovia a uma das mais populares pintoras portuguesas.

Em toda a sua carreira, Maluda efetuou 24 exposições individuais e está representada em vários museus, entre os quais os da Fundação Calouste Gulbenkian e do Centro Cultural de Belém mas também em várias coleções particulares em Portugal e noutros países.

Maluda (Maria de Lourdes Ribeiro) nasceu na cidade de Pangim, Goa, no então Estado Português da Índia.

Começou na pintura como retratista autodidata ainda em Maputo [Moçambique]. Foi nesta cidade que, com outros artistas, formou o grupo de pintura “Os Independentes”.

Com uma bolsa de estudos da Fundação Calouste Gulbenkian obtida em 1963, foi para Lisboa, onde trabalhou com o mestre Roberto de Araújo. Entre 1964 e 1967, viveu em Paris, também como bolseira da Gulbenkian.

Em Paris trabalhou na Academia de la Grande Chaumière com os mestres Jean Aujame e Michel Rodde. É nesta altura que emerge o seu interesse pelo retrato e por composições que fazem a síntese da paisagem urbana, com uma paleta de cores muito característica e uma utilização brilhante da luz, que conferem às suas obras uma identidade muito própria e inconfundível.

Em 1969 realizou a sua primeira exposição individual na galeria do Diário de Notícias, em Lisboa. Em 1973 realizou uma grande exposição individual na Fundação Gulbenkian, com a presença de cerca de 15.000 visitantes.

De 1976 e 1978 volta a ser bolseira da Fundação Gulbenkian, com estudos em Londres e na Suíça.

A partir de 1978 debruça-se na temática das janelas, procurando utilizá-las como metáfora da composição público-privado.

Entre outros, pintou os retratos de Ana Zanatti, Amália Rodrigues, Aquilino Ribeiro, Mário Soares e Álvaro Cunhal.

A partir de 1985, Maluda foi convidada para fazer várias séries de selos para os CTT [Correios de Portugal].

Dois selos da sua autoria ganharam, na World Government Stamp Printers Conference, em Washington, em 1987 e em Périgueux (França), em 1989, o “Prémio mundial” para o melhor selo.

Em 1994 recebeu o prestigiado “Prémio Bordalo Pinheiro“, atribuído pela Casa da Imprensa portuguesa.

A 13 de outubro de 1998 foi agraciada pelo Presidente da República Portuguesa – Jorge Sampaio – com o grau de Grande-Oficial da Ordem do Infante D. Henrique, ao mesmo tempo que realizou a sua última exposição individual, “Os selos de Maluda“, patrocinada pelos CTT.

Maluda morreu em Lisboa a 10 de fevereiro de 1999, aos 64 anos.

O seu corpo foi enterrado no Talhão dos Artistas do Cemitério dos Prazeres, em Lisboa.

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