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Desapareceu um dos grandes ícones da música angolana: Waldemar Bastos

Segundo informação prestada pelo gabinete de comunicação do Ministério da Cultura, Turismo e Ambiente de Angola, faleceu esta madrugada – em Lisboa – o músico angolano Waldemar Bastos, vítima de doença prolongada

Personalidades angolanas e da cultura de todo o mundo lusófono [incluindo toda a equipe da RNLP], expressaram o seu voto de pesar pelo desaparecimento de um dos expoentes máximos da cultura contemporânea angolana.

Waldemar é considerado um dos mais exímios representantes e defensores da música contemporânea angolana. Waldemar Bastos é uma das vozes eternas da “identidade e da musicalidade angolanas“, cuja obra deve ser homenageada e reconhecida.

General D, rapper natural de Moçambique, considera Waldemar Bastosum guerreiro, um irmão e um amigo, colega de trabalho e de luta, que nos ensinou todos a marchar, que nos ensinou a todos a dizer aquilo que era para ser dito“.

É uma perda muito grande para todos nós. Fiquei super chocado quando ouvi a notícia“, acrescenta o rapper moçambicano.

Nunca se deixou comprar pelo regime

Era um dread a sério, muito amigo dos seus amigos“, afirma Eldmir Barreto Faria, promotor cultural bastante ligado ao mundo lusófono em Portugal.

Waldemar Bastos nasceu a 4 de janeiro de 1954, em Angola, na então cidade de São Salvador do Congo, atual M’banza Congo, Angola, e é considerado um dos maiores vultos da música angolana. Foi uma das vozes frontais e mais respeitadas da música de Angola, também conhecido pelas suas canções de intervenção, entre as quais “A Velha Chica” e “Sofrimento“.

O Novo Jornal, dirigido pelo jornalista angolano Armindo Laureano, considera o músico um “cidadão do mundo“, pela sua carreira que ganhou projeção internacional. Em 1999, foi galardoado com o prêmio New Artist of the Year nos World Music Awards.

Entre outros feitos, foi também convidado a cantar no Panteão Nacional, em Portugal, na cerimônia de transladação do corpo da fadista portuguesa, Amália Rodrigues, sua amiga e fã.

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